Partida e chegada: Carvalhais
Âmbito: Paisagístico, cultural e desportivo
Tipo de percurso: Por caminhos tradicionais, alguns rurais e florestais.
Distância a percorrer:
Quando saímos da povoação, entrámos num caminho tradicional, ladeado por eucaliptos, carvalhos e pinheiros que nos levou ao primeiro contacto com a Ribeira da Contença, proporcionando-nos um belo cenário para as fotografias da “praxe”.
Seguimos por um carreiro paralelo à ribeira que nos levou à entrada da aldeia do Pisão, uma pequena povoação de estradas estreitas onde predominam os muros de pedra.
Quando saímos da aldeia, entrámos por um estradão florestal, junto a um depósito de água, que passa por um estaleiro de obras e nos vai levar até ao Bioparque de S. Pedro do Sul, onde aproveitámos para almoçar e descansar um pouco no parque de merendas inserido no complexo de lazer que inclui piscinas, parque infantil e campos de jogos.
Já com as energias repostas, continuámos a nossa aventura rumo ao alto da serra, por um caminho bastante degradado devido ao mau tempo que se tem sentido. Contudo, à medida que subíamos éramos agraciados com vistas fabulosas.
À saída do Bioparque encontrámos os moinhos de água recuperados ao longo da margem da Ribeira da Contença com as suas levadas de água e algumas cascatas.

Daqui, partimos em direcção às ruínas arqueológicas que dão o nome a este percurso, o Castro da Cárcoda a 610 metros de altitude, onde pudemos atestar que esta região teve povoamento em tempos muito remotos.
Estando no ponto mais alto do percurso, restava-nos descer rumo a Roçadas, o que a certo ponto se tornou uma tarefa muito complicada, visto que o caminho estava fechado pelas silvas, pelo mato e com muita água.
Este contratempo obrigou-nos a procurar na carta militar, um caminho alternativo rumo a Carvalhais, devido às condições do terreno, à ausência de marcas e também às poucas horas de luz natural que nos restavam.
Assim, apanhámos um caminho que atravessou um pinhal, levando-nos a uma pequena povoação junto a Carvalhais.
A partir daqui, fomos em direcção à Igreja de Carvalhais com o seu belo arco de entrada, finalizando assim mais uma aventura dos Rompe Solas.
Gostei muito deste percurso. O melhor de tudo foi o bom tempo que apanhamos (suamos que nem uns porcos), dos animais que vimos,.... resumindo, passamos bons momentos! Temos de repetir =) lol
ResponderEliminar(como é bastante óbvio, vamos ainda fazer muitos percursos, até ficarem todos uns velhos caquécticos)
Este percurso revelou-se muito interessante, a nível histórico tivemos os moinhos e o Castro de Cárcoda, a nível paisagístico tivemos algumas vistas deslumbrantes da serra de arada.
ResponderEliminarFoi pena termos apanhado marcações antigas nalguns pontos que nos induziram em erro e nos fizeram perder algum tempo.
Mais uma vez os Rompe Solas estiveram em grande.
Desta vez o S. Pedro foi nosso amiguito e mandou-nos um dia de sol fantástico. Não há nada como enfrentar um Santo... eu bem disse que a partir de Ribeira de Quelhas que ele nos ia deixar em paz! Adorei este trilho, especialmente a zona dos moinhos. Vale mesmo a pena!
ResponderEliminar